Relógios

Afinal, quem inventou o relógio de pulso?

Ainda hoje, há quem imagine que o relógio de pulso serve somente para marcar as horas. Mas, não é bem assim. Muito além disso, o acessório é utilizado como um verdadeiro símbolo de status, estilo e, claro, tecnologia.

Desde a sua criação, o artigo passou por uma série de transformações, a fim de acompanhar toda a evolução da ciência, da engenharia e, obviamente, das tendências de moda. Entretanto, e por trás de toda essa história, fica uma questão: quem inventou o relógio de pulso? E como esse acessório, tão indispensável, foi se modificando ao longo dos anos?

Para responder essas questões, preparamos um post completinho, com os detalhes sobre a origem do relógio, o seu desenvolvimento e importância na atualidade. Bora lá, fashionista!

A origem do relógio de pulso

Verdade seja dita: o relógio de pulso é uma invenção um tanto recente no mundo da relojoaria — com a sua origem remontando ao século XVI. Naquela época, os relógios comuns eram bem grandes e portáteis, normalmente utilizados no bolso, pendurados no cinto ou, em alguns casos, como próprios colares.

Porém, e com a ajuda da mecânica, a miniaturização das peças permitiu que, gradativamente, esses itens fossem se tornando não somente menores, mas também mais precisos.

Assim, acredita-se que o primeiro relógio de pulso ganhou vida por volta de 1810, a partir de uma encomenda de Carolina Murat, então rainha de Nápoles e irmã de ninguém mais, ninguém menos do que Napoleão Bonaparte.

No momento, ela solicitou à relojoaria suíça Breguet um modelo que pudesse ser usado no pulso, mas que fosse feito sob medida e carregasse uma proposta mais ornamental.

Entretanto, a criação do relógio de pulso, exatamente como conhecemos hoje em dia, foi estimulada por uma necessidade militar. Dá para acreditar? É exatamente sobre isso que falamos no tópico a seguir.

A criação do relógio de pulso militar

O tempo passou e, no final do século XIX, o público masculino usava, em sua maioria, os tradicionais relógios de pulso. Em contrapartida, as versões femininas eram consideradas estritamente femininas.

Contudo, essa visão passou por uma revolução ao longo das guerras entre os séculos XIX e XX — quando os militares entenderam que não era muito prático retirar um relógio do bolso durante os combates.

Durante a Primeira Guerra Mundial, por exemplo, o relógio de pulso já se tornou um artigo crucial. Ali, os soldados passaram a adaptar os seus antigos relógios de bolso, incluindo alças nos modelos para, então, serem amarrados ao pulso. Com isso, ficava muito mais fácil conferir o tempo e coordenar as ofensivas militares.

Foi exatamente nesse momento que algumas empresas, como a renomada Rolex, passaram a desenvolver relógios voltados especialmente para os soldados.

Eram modelos que apresentavam características exclusivas, como proteção contra impactos e resistência à água. Desse modo, não demorou muito para o acessório ganhar um status mais funcional, ampliando também a sua popularidade entre os homens.

O relógio de pulso no século XX

Até aqui, já sabemos quem inventou o relógio de pulso. Entretanto, ainda é preciso mergulhar na evolução desse acessório no decorrer do tempo.

Assim que a Primeira Guerra Mundial chegou ao fim, as versões de pulso já não eram vistas meramente como um item feminino. Pelo contrário! Naquela época, o produto se tornou um símbolo de eficiência e, também, de masculinidade.

Podemos dizer, inclusive, que a década de 1920 marcou o início da produção em massa desse tipo de utensílio. Para se ter ideia, as maiores empresas suíças, como Omega, passaram a liderar o design e a inovação técnica, proporcionando modelos que contavam com recursos diversos, sendo eles: cronômetros, mostradores diferenciados e mecanismos automáticos.

Foi também nesse período, em 1929, que a Rolex lançou o clássico Oyster, considerado o primeiro relógio de pulso impermeável e resistente à ação da poeira.

E tem mais!

Nas décadas seguintes, a evolução dos relógios de pulso continuou a todo vapor, fazendo com que esses artigos ganhassem mais alguns recursos interessantes: calendário, cronógrafo, fases da lua e por aí em diante. Desse modo, tais itens tornaram-se sinônimos de elegância, sofisticação e praticidade.

Fora isso, nos anos 1970 foi a vez dos relógios de quartzo brilharem, sendo um divisor de águas. Com essa opção, foi possível substituir os sistemas mecânicos tradicionais por versões mais acessíveis, precisas e confiáveis. Com isso, também houve uma maior democratização do relógio de pulso, permitindo que o item pudesse ser usado por uma boa parte da população.

O relógio de pulso hoje em dia

Em pleno 2025, o relógio de pulso possui vários significados. Para algumas fashionistas, ele é visto como um dispositivo funcional. Já para outras pessoas, trata-se de uma peça de moda, ideal para refletir status ou, simplesmente, carregar um valor mais sentimental.

Não por menos, existem inúmeras marcas de luxo que seguem produzindo modelos com alto valor agregado — inclusive, alternativas cobiçadas por celebs e colecionadores do mundo inteiro. Em contrapartida, temos os queridinhos smartwatches, que dominam o nosso dia a dia, principalmente entre aqueles que não abrem mão de conectividade e muita praticidade. Amamos!

Viu só? Como vimos, ao longo da história o relógio de pulso percorreu uma longa trajetória, partindo de uma joia exclusiva da nobreza para uma ferramenta essencial em nosso dia a dia.

E agora que você já sabe quem inventou o relógio de pulso, o que acha de aproveitar o momento e garantir o seu modelo favorito?

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